Reflexão: Convivencia


“Durante a Era Glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos. Assim, se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas, os espinhos de cada um, feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isto, tornavam a se afastar uns dos outros. Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma escolha: Desapareciam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. Sobreviveram.”

O melhor grupo não é aquele que reúne membros perfeitos, mas aquele onde cada um aceita os defeitos do outro e consegue perdão para seus próprios defeitos.

(Desconheço o autor)

“Precisamos ser a mudança que queremos ver no mundo” Mahatma Gandi

Recebido via e-mail de uma amiga.

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Reflexão: O que você decide?


Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.

– Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno.

O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse:

– Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.

– Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.

O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva.

Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.

– Aí começa o inferno… disse-lhe o sábio mansamente.

O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara.

Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno.

O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.

O velho sábio continuou em silêncio.

Passado algum tempo o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.

Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou:

– Aí começa o céu…

Para nós, resta a importante lição sobre o céu e o inferno que podemos construir na própria intimidade.

Tanto o céu quanto o inferno, são estados de alma que nós próprios elegemos no nosso dia-a-dia.

A cada instante somos convidados a tomar decisões que definirão o início do céu ou o começo do inferno.

É como se todos fôssemos portadores de uma caixa invisível, onde houvesse ferramentas e materiais de primeiros socorros.

Diante de uma situação inesperada, podemos abri-la e lançar mão de qualquer objeto do seu interior.

Assim, quando alguém nos ofende, podemos erguer o martelo da ira ou usar o bálsamo da tolerância.

Visitados pela calúnia, podemos usar o machado do revide ou a gaze da autoconfiança.

Quando a injúria bater em nossa porta, podemos usar o aguilhão da vingança ou o óleo do perdão.

Diante da enfermidade inesperada, podemos lançar mão do ácido dissolvente da revolta ou empunhar o escudo da confiança.

Ante a partida de um ente querido, nos braços da morte inevitável, podemos optar pelo punhal do desespero ou pela chave da resignação.

Enfim, surpreendidos pelas mais diversas e infelizes situações, poderemos sempre optar por abrir abismos de incompreensão ou estender a ponte do diálogo que nos possibilite uma solução feliz.

A decisão depende sempre de nós mesmos.

Somente da nossa vontade dependerá o nosso estado íntimo.

Portanto, criar céus ou infernos portas à dentro da nossa alma, é algo que ninguém poderá fazer por nós.

Pense nisso!

Sua vontade é soberana.

Sua intimidade é um santuário do qual só você possui a chave.

Preservá-la das investidas das sombras e abri-la para que o sol possa iluminá-la só depende de você.

(Desconheço o autor)

Mais sábias palavras de Osho…


“É muito difícil encontrar um mestre iluminado, pela simples razão que muito poucas pessoas pelo menos tentam sair da rotina da inconsciência. A rotina de se permanecer inconsciente é muito confortável, é aconchegante, porque ela mantém você confinado ao mundo familiar, e mantém você com a massa. É muito arriscado se afastar da massa, porque a massa nunca perdoa uma pessoa que sai de perto dela. A massa quer possuir você, completamente, de corpo e alma. A massa quer dominar você, a massa vive através da dominação. Este esforço para dominar, é o que a política significa. Política significa a massa tentando dominar o indivíduo, destruir o indivíduo. Destruir a liberdade, destruir a espontaneidade e qualquer idéia de ficar no seu próprio caminho. De qualquer idéia de viver a sua vida de acordo com a sua própria luz. A massa quer que você siga a mente coletiva. A massa já fez um longo caminho, uma super auto-estrada, você só precisa entrar na fila. E de uma certa forma é mais confortável, é aconchegante, você está do lado de pessoas… é quente. Quando você se move sozinho, para dentro da floresta profunda, densa e escura do desconhecido, é frio. E existem milhares de medos que podem vir à tona. Você não sabe como cooperar com o desconhecido. Você é eficiente em cooperar com o conhecido. O teu sistema de educação o torna capaz de cooperar com o conhecido. Sua educação é desenhada contra o desconhecido. Você vai se surpreender em saber que a sua educação é contra a inteligência. Sociedade precisa de imitadores. Ela quer que você seja bom em memorizar. Não em tornar-se inteligente. Ela quer que você se torne uma boa máquina, não uma pessoa linda. Máquinas eficientes, apenas máquinas de qualquer forma. Precisa que você funcione bem, mas ela não quer que você se torne consciente. Consciente de si. Consciente de quem você é. Então você começa a dizer ‘não’ para muitas coisas.. quando você souber quem você é, você não será tão obediente assim. A sociedade quer pessoas cegas, porque se você ver, você está fadado a ser afetado por seu ver, a mudar as suas formas, os seus caminhos. A sociedade quer seguidores cegos. Portanto é muito raro que uma pessoa se torne acordada; a primeira coisa para se tornar um buda, é sair da mente coletiva. Se tornar tão individual, tão integrado, que mesmo todo o mundo estando contra você, você não se importa. Você decidiu que agora você vai viver de acordo com a sua própria voz interior, com seu próprio silêncio. Esse é o primeiro passo… mas um grande passo. Um salto quântico. É mover-se para dentro do perigo, é arriscado. Você vai criar inimigos. E você vai estar indo para um mundo que ainda não foi mapeado. Um território no qual você nada sabe a respeito. Não existe nenhum mapa”.

Osho

Aceitação – Por Osho


Se alguém o empurrar e você cair no chão apenas caia! Depois levante-se e vá em frente. Não
faça nada a respeito. Se alguém o agredir, curve a cabeça e aceite isso com gratidão. Vá em
frente, não faça nada durante vinte e quatro horas e você irá descobrir um fluxo de energia que
talvez nunca tenha sentido, uma nova vitalidade vinda das raízes. Ninguém mais pode destruir
você a não ser você mesmo. Ninguém mais pode salvá-la exceto você mesmo. Você é seu
próprio Judas, seu próprio Jesus.

 

Osho, em “Osho de A a Z – Um dicionário espiritual do aqui e agora”

Para nossa reflexão…


Temos que ser elegante na postura e atitude, o resto é consequência.”

Mal vestido, sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e, de forma ríspida, pergunta:

– Vocês sabem onde está o médico do hospital?

Com tranqüilidade o médico respondeu:

– Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?!

Ríspida, redargüiu:

– Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?

Mantendo-se calmo, contestou:

– Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la?!

– Como?! O senhor?! Com essa roupa?!…

– Ah! Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta…

– Oh! Desculpe, doutor! Boa tarde! É que vestido assim, o senhor nem parece um médico…

– Veja bem as coisas como são – disse o médico – as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegar, tão bem vestida, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um “boa tarde!” Como se vê, as roupas nem sempre dizem muito…

Um dos mais belos trajes da alma é a educação!

(Autor:Jacob Melo)