Amor próprio


Lembrei-me de uma frase que em meditação após uma aula de yoga ficou ressoando dentro do meu ser, quando me vi em um vasto campo de flores violetas e azuis, deitada sobre elas.
Não consegui repuplicar o post, mas estou reescrevendo na íntegra o que nele continha.
A observação a mais é que, naquela época, quando isso me ocorreu, senti um conforto muito grande porém, não estava em compreensão. Acredito que agora estou no momento onde posso compreender profundamente o por que e o real significado, daquela frase tão bela que me ocorreu em meditação.
Simples e puramente verdade do Ser.
“O amor não existe lá fora, ele existe num lugar onde poucos o enxergam e procuram: dentro de nós mesmos.”
Agora olho para dentro de mim e reconheço o quanto estive vagando até achar o tesouro mais belo, mais precioso e mais brilhante de todo o Universo.

Eu Sou Luz!

Eu Sou Luz!

Simplesmente o Amor Verdadeiro e Sincero por mim!

 Já não tenho vergonha e culpa do que sou, fiz, deixei ou não de fazer, é como se águas borbulhantes e agitadas dentro de mim estão começando a ficar calmas e translúcidas. As coisas estão ficando cada vez mais claras e óbvias, não devo temer, devo confiar e seguir amando, independente do que aconteça.
Estive perdida e agora me achei, estive olhando para um horizonte ao longe no qual estive lá e não reconheci que era o mesmo.
Estou imensamente sentindo “dentro de mim”, como se eu “me pertecesse” e sinto uma alegria e ser o que sou… isso é incrível!!!! Estou feliz e contente por cada pedaço que eu mesma contribui em ser e o que eu sou.
Eu Sou a maior Dádiva deste mundo!!! Eu Sou o tesouro mais valioso deste mundo! Eu Sou essa Luz que sempre busquei!!! Eu Sou a Luz Ilimitada!!
E Eu Sou muito feliz por isso!!!
Agora, isso me fez lembrar de um filme lindo que assisti chamado Stardust – O Mistério da Estrela , que é um conto de fadas as avessas baseado na novela de Neil Gaiman, onde as estrelas caíam na terra e as bruxas a sacrificavam pela sua tamanha luz e fonte de juventude eterna. No filme, aquela lindinha da Claire Danes é a estrela cadente, quando ela se sentia feliz e confortável ela brilhava tanto que as pessoas percebiam a Luz em volta dela.
É assim que estou me sentindo agora, esta Luz que não quer se apagar, brilhante e esplendorosa.

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Comportamentos nos relacionamentos…


O que se lê e vê por aí que homens e mulheres se tornam cada vez mais exigentes a procura de seus pares, moldando-os, fechando um campo, deixando cada vez mais restrito o caminho para uma relação saudável.
Todos idealizam pessoas e situações que caibam a personalidade e ao ideal romântico, então se fecham numa visão só de que se não encontrar alguém “assim” o resto não me importa e, como um ditado famoso que ouço por aí “enquanto o certo não vem, me divirto com os errados”.
Na verdade, acredito que isso vai de cada pessoa, vai com a integridade e a verdade que resplandece no ser. Se sentem-se felizes assim, “curtindo a vida numa boa”, ótimo, mas se estão infelizes e continuam fazendo “atrocidades” consigo mesmos, por que pensar e agir desta forma?
As pessoas vivem num ovo (às vezes sinto isso mas não de uma maneira geral), mas como se estivessem numa casca dura, querendo demonstrar aquilo que não são. Ficam procurando coisas estereotipadas que não tem nada ver consigo mesmas, acabam não enxergando isso e, quando conseguem aquilo que procuram, experimentam o sabor e se sentem infelizes e julgam que todo o resto é igual e nada presta.
É a mesma coisa para relações afetivas, as pessoas têm determinada experiência, o que não é satisfatória a ela, fica infeliz chegando a “levar com a barriga”, achando que “aquilo é o melhor” ou que é o “sacrifício”, “karma”( e tem gente que nem sabe o que é isso) que ela tem de experienciar e acredita que todo o restante é igual, feio, cruel, que Deus é culpado, a família, a década, as circunstâncias, etc…
Eu mesma já passei por um relacionamento “levando com a barriga”, não estava enxergando uma verdade que é pré-existencial: você tem poder de escolha e que 100% das coisas que ocorrem na sua vida e em sua realidade é de inteira responsabilidade própria. Tudo o que circunda a realidade da sua vida é criação sua, estava em você.
A exigência existe para que façamos escolhas mais corretas, até acredito que isso faz parte da maturidade mas não dá para fechar o mundo que se vive. Acredito que há uma flexibilidade em nossas escolhas, pois afinal somos livres, temos livre arbítrio e podemos seguir o que nos vem ao coração/mente.
Apesar da humanidade existir a tanto tempo, o homem ainda vem se descobrindo com o tempo, como seres únicos e coletivos. O homem vem sendo estudado e experienciado ao longo desta jornada, nos enxergando como seres sem sentimentos, “robôs”, sobre uma óptica corrompida, onde existem padrões ditados por uma minoria mais poderosa e estendendo se ao mundo. Assim foi por muito tempo, onde uma minoria se rebelava contra isso. Porém as coisas mudaram e nota-se que as pessoas estão se tornando mais conscientes daquilo que as circundam.
Enquanto vivermos enclausurados, fazendo escolhas que não condizem com nossos sentimentos, cada vez mais haverá pessoas infelizes e solitárias.
Acredito na autenticidade das pessoas, embora algumas sejam mais transparentes do que as outras, percebe-se quando há máscaras onde vivem-se brincando num “teatro encantado”, vivendo contos de fadas, vivendo em mentiras,  escondendo-se atrás de imagens que não somos ou não assumimos ser.
Enfim, ter ou não alguém é uma opção. Porém é imprescindível que estejamos dispostos a nos conhecer através do outro, a sermos nós mesmos, aceitando, aprendendo e crescendo através de uma união saudável, com diálogo e livre de cobranças mútuas.
Camilla M. (24/08/2007)

Reflita…


“Não há um padrão para relacionamentos entre pessoas. Apenas a moral/imoral humana é quem dita estes padrões. Afinal, o ser humano é livre por lei, bem como a sua alma e essência.  Portanto, qualquer forma de relação é livre, espontânea da forma que ela precisa expressar. Não existe moral/imoral apenas um meio termo para “se viver bem em sociedade”.
(Camilla M. – 04/04/2008)

Reflexão: O que vivemos é o fruto de nossas escolhas


“Luis é o tipo de cara que você gostaria de conhecer”.

“Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer”.

Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:

“Ah.. Se melhorar, estraga”.

Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes.

Ele era um motivador nato.

Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luis estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.

Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:

“Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo”.

“Como faz isso” ?

Ele me respondeu:

“A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo”:

“Luis, você tem duas escolhas hoje:

Pode ficar de bom humor ou de mau humor.

Eu escolho ficar de bom humor”.

Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido.

Eu escolho aprender algo.

Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.

Certo, mas não é fácil – argumentei.

É fácil sim, disse-me Luis.

A vida é feita de escolhas.

Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha.

Você escolhe como reagir às situações.

Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor.

É sua a escolha de como viver sua vida.

Eu pensei sobre o que o Luis disse e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.

Anos mais tarde, soube que Luis um dia cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã.

Foi rendido por assaltantes.

Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo.

Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.

Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital..

Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.

Encontrei Luis mais ou menos por acaso.

Quando lhe perguntei como estava, respondeu:

“Se melhorar, estraga”.

Contou-me o que havia acontecido perguntando:

“Quer ver minhas cicatrizes”?

Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.

A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu.

Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas:

“Poderia viver ou morrer”.

“Escolhi viver”!

Você não estava com medo? Perguntei.

“Os para-médicos foram ótimos”.

” Eles me diziam que tudo ia dar certo e que ia ficar bom”.

“Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado”.

Em seus lábios eu lia:

“Esse aí já era”.

Decidi então que tinha que fazer algo.

O que fez ? Perguntei.

Bem.. Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas.

Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa.

Eu respondi: “sim”.

Todos pararam para ouvir a minha resposta.

Tomei fôlego e gritei; “Sou alérgico a balas”!

Entre risadas lhes disse:

“Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como um morto”.

Luis sobreviveu graças à persistência dos médicos… mas sua atitude é que os fez agir dessa maneira.

E com isso, aprendi que todos os dias, não importa como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente.

Afinal de contas, “ATITUDE É TUDO”.

 

(Autor desconhecido)

Julgando os sentimentos: Energia é energia!


Olha estou boba hoje. Aprendi muita coisa apenas lendo uma linha!

Engraçado, né?

Pois bem, minha lição motivacional e espiritual de hoje, que vai valer para eternidade, foi:

“Não existe sentimentos “bons” ou “ruins”. Por que os sentimentos são energia e, energia é energia”.

Caramba, a força desta frase em mim foi muito forte, consegui até entender o porquê tenho sentido tanta dor de estômago.

Estava reprimindo meus sentimentos verdadeiros, ocultando-os. Achava que raiva, ódio, ira, melancolia e tristeza eram sentimentos “ruins”.

Na verdade estava julgando meus sentimentos e, quando achava que era ruim, estava fugindo deles.

Agora aprendi que, quando sentimos algo, deve-se exprimir independente do que for. E com o tempo ele se esvai e transmuta. Faz parte do processo humano.

Como uma coisa pequena para o outro pode ser tão grande para mim!!!!

Sinto-me até aliviada!

Obrigada meu Deus por mais um aprendizado.