O que você gostaria de minguar em sua vida?


Uma reflexão de fim de ano.

E lá se vai mais um ano, 2021 foi intenso e tive muitas perdas, alegrias, autoconhecimento e reviravoltas.

Estamos numa fase de Lua Minguante e, segundo a Astrologia, nos traz a reflexão de tudo aquilo que nãos nos serve mais se vá, mingue em nossas vidas.

Já iniciei o processo de doação de roupas que não me servem mais, peças de bijuterias encostadas a tempos no guarda roupa que ficou aguardando aquele “um dia usarei” e passaram 6-7-8 anos e ainda estão ali sem uso. Sempre achamos que um dia vamos usar, mas aprendi que não devemos deixar para amanhã o que devemos usar HOJE. Devido as perdas que tive este ano, ficou muito evidente isso para mim.

Meu pai se foi em novembro e, em seu ultimo aniversário, decidi comprar um bolo pois pensei comigo mesma, vai que este seja o ultimo ano que comemoraremos juntos. E realmente foi. Meu coração está em paz e sei que ele está bem em algum ponto do plano espiritual. Outras perdas que me levaram a reflexão foram minha tia, um primo e um amigo. Todos eles são aqueles que ficamos “vamos marcar algo qualquer dia” e este dia, nunca chegou, infelizmente.

Tirando os momentos tristes tive muitos outros felizes que compensaram. Realizei sonhos e conquistei outras. Ano 2021 foi bem tranquilo perto de outros que foram muito agitados. Parecia que estava a apagar muito fogo e este ano foi como águas mansas mas que fluíram muito.

Para finalizar, quero deixar aqui o que desejo minguar o que percebi ao longo deste ano, a falta de acreditar em meu potencial, a procrastinação, a preguiça, momentos de dúvidas e sensações de subestimação e não reconhecimento do meu ser.

Afastar-me de pessoas que não me acrescentaram em nada, só me deram dor de cabeça e raiva, gente que me ignorou ou só me procurou pois “precisava” de alguma coisa. Libertar-me da culpa de ter sido enganada, ludibriada e usada por estas pessoas. Deixar ir quem deve ir sem apegar em que nível de relação tenho com estas pessoas.

Que 2022 comece com limpezas e alma lavada.

E você, o que deseja minguar deste ano ou de sua vida?

Agradeço a todos que entraram e leram até aqui.

Um feliz, próspero e abençoado 2022 a todos!

Sete dicas valiosas para um 2012 de muita paz



A inquietação e a ansiedade humana nos leva a buscar e desejar inúmeras realizações em todos os campos da vida: financeiro, profissional, amoroso e saúde física. No fundo acreditamos que ao concretizarmos esses objetivos finalmente nos sentiremos completos. E o que significa essa completude mas profundamente? Significa nos sentirmos em paz, sem ansiedade.

Entretanto, os mais experientes já devem ter percebido que há uma ilusão nesse processo. Concretizamos novos objetivos (aumento da renda, novo apartamento, novo relacionamento, ter um filho e etc.), temos uma sensação inicial de bem estar, mas é passageira. Logo vem novamente a ansiedade e então iremos buscar mais coisas e realizações para que finalmente possamos nos sentir completos.

Quando vivemos dessa forma, a felicidade e a paz interior  estão sempre no futuro. O agora, que é a única realidade que existe, tem apenas breves momentos de alívio. Depositamos as expectativas no futuro,  que não existe, e deixamos de viver em paz no agora.

Como assim “o futuro não existe?”. Alguém pode questionar isso. O futuro  existe apenas em forma de pensamentos que geramos. É apenas uma imagem mental ou um punhado de pensamentos. Você já conseguiu chegar no futuro? Nunca. Toda a vez que ele chega, ele é vivido como o agora, que é a única realidade que existe.

Alguns demoram a perceber que  viver dessa forma serve apenas para alimentar a ansiedade. O ego vive dessa maneira sempre no futuro e fugindo do agora.Quando ficamos em paz no presente, os objetivos se concretizam com muito mais facilidade. Só que o ego inverte a ordem das coisas  querendo que os objetivos nos tragam paz.

Primeira dica: Decida que a paz interior é o que é mais importante para sua vida. Afirme pra você mesmo: “Me sentir em paz é o que mais importa pra mim, eu escolho a paz interior”.  Repita essa frase muitas e muitas vezes até que essa idéia se torne parte do seu ser, se refletindo nos seus pensamentos e ações.

Se a paz interior é o mais importante para a sua vida, você irá escolher viver o agora, pois viver no futuro e ficar em paz é incompatível. Sim, você poderá fazer o planejamento para atingir um objetivo. Poderá pensar no futuro para concretizar algo, mas assim que terminar de planejar, você voltará ao presente. Gradualmente você viverá a ordem natural das coisas: viver o agora a maior parte do tempo e fazer breves visitas ao futuro por meio dos seus pensamentos.

Segunda dica: A segunda dica para ficar em paz é aceitar cada momento que surge do jeito que ele é.  Indubitavelmente muitos  momentos se apresentarão de uma forma que você não deseja. Observe a sua reação. Você sente a contrariedade tomar conta de você?  Lembre-se novamente da afirmação: “Me sentir em paz é o que mais importa, eu escolho a paz interior”. Você pode ainda completar: “Eu escolho a aceitação”. Aceite o agora como ele se apresenta.

Favor não confundir aceitação com conformismo, inoperância ou falta de atitude. Se é possível fazer algo para mudar a situação para melhor, faça. Mas escolha se sentir em paz primeiro e depois aja. Agindo dessa forma suas ações serão muito mais eficazes. Não condicione o seu bem estar a resolução da situação.  E caso não seja mesmo possível fazer nada para mudar, apenas aceite total e incondicionalmente e fique em paz. Aceitar significa não criar uma resistência interior aquilo que já é. Brigar com aquilo que já é, é insanidade, coisa do ego.

A mente egóica irá tentar convencê-lo a brigar mentalmente com a situação tirando a sua tranquilidade. Fique atento, observe, e não dê energia a esses pensamentos. A repetição das afirmações de paz irá ajudá-lo a manter-se firme no seu propósito.

Terceira dica: Tenha muita paciência com você mesmo. Viver no agora e praticar a aceitação exige treino. A mente vem sendo condicionada há muitas gerações a funcionar de determinada maneira. O impulso da não aceitação e de viver no futuro será forte no início. Mas, gradativamente, com persistência  e paciência o padrão vai mudando. Vale a pena insistir.

Quarta dica: Pare de reclamar de qualquer coisa que seja: governo, marido, filhos, fila do banco, engarrafamento, impostos, funcionários, de você mesmo, dos homens, das mulheres, do seu corpo… A reclamação é a manifestação mais clara da não aceitação. Qual é a sensação interior que surge quando começamos a reclamar? É algo agradável? Traz paz interior? Claro que não. Do ponto de vista prático, reclamar não muda em nada a situação e nos faz sentir mal.

Um esclarecimento. Parar de reclamar não significa ficar cego ou deixar de reconhecer o mal funcionamento de alguma coisa  e as atitudes negativas de alguém. Continuamos vendo tudo, mas sem gerarmos a negatividade no nosso interior que apenas nos prejudica. Podemos ainda tomar atitudes caso esteja a nosso alcance. Mas primeiro lembre-se que ficar em paz é seu maior objetivo, e depois aja.

Quinta dica: Afasta-se cada vez mais do noticiário da televisão, jornais, revista e internet. Muita ansiedade, pessimismo, medo e outros sentimentos são causados ou alimentados pela pesada carga de negatividade que as pessoas absorvem diariamente. As pessoas e a sua própria mente tentarão convencê-lo de que é preciso estar informado para não ficar “alienado”. Mas o que observamos é que cada vez mais as pessoas ficam alienadas por consumirem informação demais. Se tornam negativas e cheias de crenças limitantes, mas pensam que são pessoas realistas e bem informadas.

Sexta dica: Busque auto conhecimento e ferramentas que podem ajudá-lo. Existem inúmeras técnicas e tratamentos: Pratique EFT (manual gratuito no meu site), pratique Ho’oponopono (técnica de cura havaiana, manual gratuito no site http://www.hooponopono.ws ), use florais, receba Reiki, pratique meditação, receba massagem, pratique alguma forma de arte (dançar, pintar, cantar…), invista em cursos de auto conhecimento, invista em trabalhos terapêuticos, e etc…

Sétima dica: Observe a sua mente tentando tirar a sua paz interior. É apenas um velho condicionamento. De repente você se pega relembrando de uma situação do passado e dizendo “eu deveria ter feito isso e aquilo”, “foi muito desrespeito de fulano”, “quem ele pensa que é”. As vezes surgem lembranças de situações desagradáveis do passado e as alimentamos de forma automática com comentários e pensamentos. E outras vezes surgem discussões mentais que nem houveram. Imaginamos o que deveríamos ter dito e também coisas que e o outro nem disse, mas que supomos que ele deve ter pensado. É muita viagem mental. Mais uma vez, ao se dar conta desses pensamentos, tenha muita paciência com você mesmo.  Aceite-os e procure não dar mais energia pra eles. As frases de paz interior o ajudarão novamente a manter o foco. Pratique o perdão.

Autor: André Lima

Disponível em:  http://www.eftbr.com.br/adm-eft/email-mk/display.php?M=29690&C=39bacbe27a3d493f8967687952cdb2b9&S=109&L=3&N=79

Mais informações sobre EFT (Emotion freedom techniques – Técnica e libertação emocional):  http://www.eftbr.com.br/

A Origem do Ano Novo


Origem e Curiosidades sobre o Ano-Novo reveillon_fogos4

 

Você sabia que o ano-novo se consolidou na maioria dos países há 500 anos? Desde os calendários babilônicos ( 2.800 a .C.) até o calendário gregoriano, o réveillon mudou muitas vezes de data.

 

A primeira comemoração, chamada de “Festival de ano-novo” ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a . C. Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e noites tem a mesma duração.

 

No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico).

 

Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro.

 

Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa ( 753 a .C. – 476 d.C.) O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a . C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a . C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.

 

Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro.

 

A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, – “A festa das trombetas” -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, emigração), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé, deixou a cidade de Meca estabelecendo- se em Medina.

 

Contagem decrescente os últimos minutos do dia 31 de Dezembro seja: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1. Feliz 2004!!!!!! A passagem de Ano Novo é o fim de um ciclo, início de outro. É um momento sempre cheio de promessas. E os rituais alimentam os nossos sonhos e dão vida às nossas celebrações. Na passagem de Ano Novo, não podemos deixar de aproveitar a oportunidade para enchermos o coração de esperança e começar tudo de novo. E para que a festa corra muito bem, há algumas tradições e rituais que não podemos esquecer…

 

– Fogos e barulho. No mundo inteiro o Ano Novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria. A tradição é muito antiga e, dizem, serve para espantar os maus espíritos. As pessoas reúnem-se para celebrar a festa com muitos abraços.

– Roupa nova. Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano Novo. O costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova.

 

 

Origem do Ano Novo

 

As comemorações de Ano Novo variam de cultura a cultura, mas universalmente a entrada do ano é festejada mesmo em diferentes datas.

 

O nosso calendário é originário dos romanos com a contagem dos dias, meses e anos. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera.

 

As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de Abril. O Papa Gregório XIII instituiu o 1º de Janeiro como o primeiro dia do ano, mas alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que as pessoas passaram a pregar partidas e ridicularizar os conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Assim, nasceu o Dia da Mentira, que é a falsa comemoração do Ano Novo.

 

Tradições de Ano Novo no mundo:

 

Itália: O ano novo é a mais pagã das festas, sendo recebido com Fogos de artifícios, que deixam todas as pessoas acordadas. Dizem que os que dormem na virada do ano dormirão todo o ano e na noite de São Silvestre, santo cuja festa coincide com o último dia do ano. Em várias partes do país, dois pratos são considerados essenciais. O pé de porco e as lentilhas. Os italianos se reúnem na Piazza Navona, Fontana di Trevi, Trinitá dei Monit e Piazza del Popolo.

 

Estados Unidos: A mais famosa passagem de Ano Novo nos EUA é em Nova Iorque , na Time Square, onde o povo se encontra para beber, dançar, correr e gritar. Há pessoas de todas as idades e níveis sociais. Durante a contagem regressiva, uma grande maçã vai descendo no meio da praça e explode exactamente à meia-noite, jogando balas e bombons para todos os lados.

 

Austrália: Em Sydney, uma das mais importantes cidades australianas, três horas antes da meia-noite, há uma queima de fogos na frente da Opera House e da Golden Bridge, o principal cartão postal da cidade. Para assistir ao espectáculo, os australianos se juntam no porto. Depois, recolhem-se a suas casas para passar a virada do ano com a família e só retornam às ruas na madrugada, quando os principais destinos são os “pubs” e as praias.

 

França: O principal ponto é a avenida Champs-Elysées, em Paris, próximo ao Arco do Triunfo. Os franceses assistem à queima de fogos, cada um com sua garrafa de champanhe (para as crianças sumos e refrigerantes) . Outros vão ver a saída do Paris-Dacar, no Trocadéro, que é marcada para a meia-noite. Outros costumam ir às festas em hotéis.

 

Brasil: No Rio de Janeiro, precisamente na praia de Copacabana, onde a passagem do Ano Novo reúne milhares de pessoas para verem os fogos de artifício. As tradições consistem em usar branco e jogar flores para “Yemanjá”, rainha do mar para os brasileiros.

 

Inglaterra: Grande parte dos londrinos passa a meia-noite em suas casas, com a família e amigos. Outros vão à Trafalgar Square, umas das praças mais belas da cidade, à frente do National Gallery. Lá, assistem à queima de fogos. Depois, há festas em várias sítios da cidade.

 

Alemanha: As pessoas reúnem-se no Portal de Brandemburgo, no centro, perto de onde ficava o Muro de Berlim. Tradicionalmente, não há fogos de artificio.

 

Curiosidade: Em Macau, e para todos os chineses do mundo, o maior festival do ano é o Novo Ano Chinês. Ele é comemorado entre 15 de Janeiro e 15 de Fevereiro de acordo com a primeira lua nova depois do início do Inverno. Lá é habitual limparem as casas e fazerem muita comida (Bolinhos Chineses de Ano Novo – Yau Gwok, símbolo de prosperidade) . Há muitos fogos de artifício e as ruas ficam cobertas de pequenos pedaços de papel vermelho.

 

Cada cultura comemora seu Ano Novo. Os muçulmanos têm seu próprio calendário que se chama “Hégira”, que começou no ano 632 d.C. do nosso calendário. A passagem do Ano Novo também tem data diferente – 6 de Junho, foi quando o mensageiro Mohammad fez a sua peregrinação de despedida a Meca.

 

As comemorações do Ano Novo judaico, chamado “Rosh Hashanah”. É uma festa móvel no mês de Setembro (este ano foi 6 de Setembro). As festividades são para a chegada do ano 5763 e são a oportunidade para se deliciar com as tradicionais receitas judaicas: o “Chalah”, uma espécie de pão e além do pão, é costume sempre se comer peixe porque ele nada sempre para frente.

 

O primeiro dia do ano é dedicado à confraternizaçã o. É o Dia da Fraternidade Universal. É hora de pagar as dívidas e devolver tudo que se pediu emprestado ao longo do ano. Esse gesto reflecte a nossa necessidade de fazer um balanço da vida e de começar o ano com as contas acertadas.

 

Tradições Portuguesas:

 

As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo de se renovar. Uma das nossas tradições é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano. Nos dias 25 de Dezembro e 1º de Janeiro, costumamos comer uma mistura feita com as sobras das ceias, que são levadas ao forno. O ingrediente principal da chamada “Roupa Velha” é o bacalhau cozido, com ovos, cebola e batatas, regados a azeite.

 

Para as superstições, comer 12 passas durante as 12 badaladas na virada do ano traz muita sorte, assim como subir numa cadeira com uma nota (dinheiro) em uma das mãos. Em várias zonas do litoral, há pessoas que mesmo no frio do Inverno conseguem entrar na água e saudar o Ano Novo.

  

Leandro Panosso

(Recebido via e-mail dia 29/12/2008)