A carta de um homem


 

1.       Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.

2.      Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual. Isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros. É uma questão de proporções, não de medidas.

3.      As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas…. essa classe de corpo que, sem  dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-lo.

4.      Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.

5.      A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem ! Para andar de cara lavada, basta a nossa.

6.      Os cabelos, quanto mais longos, melhor.

7.      As saias foram inventadas para mostrar sua magníficas pernas. Porque razão as cobrem com calças longas?

8.      Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim.  Ocultar essa formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.

9.      É essa a lei da natureza: que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímica e nervosa, logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde.

10.   Entendam de uma vez! Vocês nunca terão uma referência objetiva  do quanto  são  lindas, dita por uma mulher.

11.    O corpo muda… cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Além disso, uma mulher de 40 na qual  entre a roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto destruindo.

12.   Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja: aquelas que quando querem comer, comem com vontade ( a dieta virá em setembro, não antes ); quando quere fazer dieta, fazem dieta ( não se saboteia e não sofre ); quando querem ter intimidade com o  parceiro,  têm com vontade; quando querem comprar algo, compram; quando precisam economizar, economizam.

13.   Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram ! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação onde todos nós fomos gerados, alimentados, ninados.   Cuidem -no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto. Tudo junto!!!

 

 

(Desconheço o príncipe que escreveu isso!)

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3 comentários em “A carta de um homem

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